
De acordo com Cooper, Dewe e O’Driscoll (2001), trabalhadores sob stress
apresentam maior probabilidade de erro humano.
5. Cultura de Segurança
A cultura de segurança refere-se aos valores e práticas que influenciam o
comportamento seguro. Zohar (2010) demonstra que organizações com forte
cultura de segurança apresentam menor taxa de acidentes.
Clarke (2013) reforça que a liderança tem papel essencial na promoção da
segurança.
6. Relação entre Riscos Psicossociais e Acidentes
Dekker (2014) defende que os acidentes resultam da interação entre fatores
humanos e organizacionais. Neal e Griffin (2006) demonstram empiricamente que
clima de segurança influencia diretamente a ocorrência de acidentes.
7. Gestão de Riscos Psicossociais
A gestão desses riscos envolve identificação, avaliação e controlo. Segundo Nielsen e
Randall (2013), intervenções organizacionais devem ser sistemáticas e
participativas.
8. Prevenção de Acidentes
A prevenção exige abordagem integrada. Salas et al. (2012) destacam a importância
da formação contínua. Robson et al. (2012) evidenciam que programas de formação
reduzem acidentes.
9. Conclusão
A gestão eficaz dos riscos psicossociais é essencial para prevenir acidentes e
promover ambientes de trabalho seguros. A integração de fatores humanos,
organizacionais e técnicos constitui a base de uma abordagem moderna de SST.
REFERÊNCIAS (APA 7ª edição)
Bakker, A. B., & Demerouti, E. (2017). Job demands–resources theory. Journal of
Occupational Health Psychology.
Clarke, S. (2013). Safety leadership. Journal of Occupational Psychology.
Cooper, C. L., Dewe, P., & O’Driscoll, M. (2001). Organizational stress. Sage.